E-BOOK MENINAS SUPER POÉTICAS

domingo, julho 11, 2010

Hoje um dia qualquer

Elizaete Ribeiro




Hoje uma forma de dizer adeus
Hoje é tudo que eu vejo
Hoje nem o amanhã e nem o depois
Apenas o hoje
Eu vejo
O som do adeus

Hoje andei sobre os sonhos
Hoje povoei o infinito
Com o grito de adeus
Adeus do sonho que formei
Adeus a beleza que contemplei
Hoje vejo o que não vejo
Apenas desejo
O som do teu
Hoje revelo o que vejo
Sem pensar no teu desejo
Encobrir meus passos
Apagando os rastros
Que na areia formei
Passos solitários
Sem pares alheios
Apenas os meus
Sem os teus
Foi a forma que criei
Hoje o adeus do amanhã que não veio
Hoje apenas o Hoje

quinta-feira, julho 08, 2010

Delito

Elizaete Ribeiro

"Vou aproveitar para falar de desejos imperdoaveis
na balança da vida fui pesada no tribunal do amor fui julgada
delito amar demais."

segunda-feira, junho 28, 2010

Segredo do Além


Eu fui lá
Eu fui em sonhos
Eu sobrevoei aquele lugar

Em sonhos
Eu fui além
Além do mar
Eu vi os segredos, os segredos que tem lá

Ninguém veio me falar
Eu fui até lá...

Os sonhos podem passar
Mas eu fui até lá...
Queria poder contar sobre o que tem lá
Mais quem iria acreditar?
O segredo do além está lá
Eu fui até lá, vi o segredo do além, o segredo que tem lá.

Elizaete Ribeiro

quinta-feira, abril 22, 2010

Escolha

Elizaete Ribeiro

Quando eu partir não chores por mim
Guarde o meu sorriso na memória
Lembre das melhores histórias
Não pranteais por mim
Quando vivi
Fui alegria e glória
Hoje sou a boa memória
Sem pranto
Sem lamento
Guarde me para sempre

Não deixe de viver intensamente
Conte aos tempos vindouros a glória passada
Como andei entre flores

O amanhã será incerto
É flor que perece
É pranto que esquece

Mais a alegria que vivi
Essa não tira de mim
A certeza do porvir

Glória e amores
Beleza e cores
vida de escolhas

Sem perfume a formosura da flor
Sem sabor o labor da vida
Sem a beleza das margaridas

Não chores por mim Terra querida
Guarde a essência que vivi
No frasco da vida e na memória do tempo
Guarde a
Essa velará por ti

Não desista do casulo
Um invólucro de mistérios
Nele está o segredo da vida e amores
Bela borboleta colorida se espera

Na vida Amores

Na vida o caminho que escolhi é árduo
Observar uma formiga é uma opção
Coisas simples da vida
Alcança transformação

Mas a memória na história
Seguirá nova forma
Beleza e encanto
Num despertar misterioso

Talvez hoje eu chore por Ti
Amanhã estás proibido de chorares por mim
decido seguir as flores.
Nesta vida de ilusão
Choro e solidão
Lamento a tristeza
Mais não chores por mim
Fui alegria
Agora espero o porvir
Fiz minha escolha.

Quero Paz

Sem ela o Tempo tanto faz Quero paz, sem ela nada mais O Vento sopra vira e volta Quero paz, sem ela nada mais. O Som da vida, coração de fibra pulsa e grita. Quero paz, sem ela nada tem beleza e não sinto o amor. Quero Paz nas asas tranquila que traz a vida e a beleza do Pôr do Sol. Quero Paz, a Paz que alimenta o amor. Sem ela o belo perde a cor Quero Paz. Quero Paz, a Paz que os Anjos ecoaram. Paz na Terra aos Homens de boa vontade Quero Paz, a Paz que Jesus ensinou. Com ela podemos cantar o amor. Elizaete Ribeiro

Ah! Borboleta

Elizaete Ribeiro
----------------------------------Jericoacoara-CE 20.04.10

Ah! borboleta
Marolas ao vento
Noite sem pensamento

Ah! borboleta cores
Aonde foram os teus amores?
Se é que podes saber

Ah! borboleta amores
Da vida dar sabores
Sabores no olhar
Não chega ao paladar
Mas de ti posso falar

Ah! borboleta
Ah! aonde fores
Leve a lembrança de criança
Que o mundo encanta

Ah! borboleta, borboleta ficaste
O casulo abandonaste
Desejosa visão
Sol de verão

Ah! borboleta!
Como queria ser você um dia
Asas
Frágeis
Sensíveis
Belas

Ah! borboleta
Se tu tivesse memória
Lembraria
Do ontem
Do hoje
Do agora
Aonde foi a tua memória?

Ah! Borboleta
Marolas ao vento
Olhar ardente
Pela a flor
Que encantou

Quando achares
Devolva a alegria
Que um dia arrancou de mim
Riso e sorrisos

Devolva a emoção
Do areião
Devolva o prazer daquela visão
Devolva a sensação do sol de verão

Livre
Leve
Solta
Borboleta à solta

Ah! Borboleta
Cores violeta
Não te dão
Pois tira a beleza do verão

Ah! Borboleta
Minha lembrança a levará
Dividiremos o céu com as pipas
Mas teremos um céu só nosso
Azul pintado de amarelo
Borboleta do Pôr-do-sol
Bela como o azul!
Lembrarei sempre de tu!

quarta-feira, abril 14, 2010

Jéssica-Não és uma Rosa Comum

Elizaete Ribeiro

Tu amas em silêncio

Vagarosamente corta a alma por dentro

É um grito sem som

Um gemido sem dor

Uma luta sem fim

Se perde nos pensamentos

Devaneios de sonhos

Entrega inútil

Luta desleal do eu

Lágrimas de vidro

Invisívell como a dor

Assim você segue o amor

Que dia sem pudor

Que noite sem fim

Sentimento geme dentro de ti

Dar a luz a realidade

Uma nova sensação te invade

Sonho ou ilusão?

Como um processo de mutação

Espera o colorido da vida

Pensa

Comigo?

Serei completa um dia?

Pedaços de mim

Retalhos

Juntos as migalhas

E sigo no silêncio

Sigo de cabeça erguida

Segues porque não és uma rosa comum

Tens perfume raro

E só um bom apreciador

Te dará o devido valor

Não desista do amor

Tu terás surpresa

Que a vida te reservou

domingo, abril 11, 2010

Som da Natureza


A chuva caí, o vento sopra
E eu aqui parada observando o curso livre da natureza
Tanta beleza sem ausência de pobreza
Tanto sonho tanta vida

O silêncio das árvores, o recuo das folhas enquanto recebe a dádiva da chuva
Os pássaros aninham-se, abrigando-se e recolhendo seu canto
Num momento único de silêncio vivem o momento
Esperando as flores, dos galhos secos que colhem para fazer seus ninhos

A vida não para, a beleza depende dos olhos de quem vê
A música é um sonho que aninha a nossa alma
Num conforto múltiplo de prazer

Ouvir a música da chuva
Do vento
Do mar
Dos pássaros
Do silêncio da relva
Da beleza de uma rosa
Faz bem pra alma
E embeleza a vida

Tanto sonho
Tanta beleza
O curso livre da natureza
Folhas sobre a mesa
A chuva caí, o vento sopra e a vida permanece viva
Ouvindo o som da natureza

Elizaete Ribeiro

sexta-feira, abril 02, 2010

Amor meu!

Elizaete Ribeiro

No palco da vida, eu apresento o meu papel
vislumbre momentos e ternura
acredito na escolha
o papel que escolhi foi amar você
foi trilhar caminhos lado a lado
dividir risos e emoções
planejar, arriscar
observar o horizonte sem fim
sem limites para amar
saborear cada minuto ao teu lado
que teu olhar nunca cesse a beleza de
encantar os meus
sou vida, sou cor, sou ar
sou o sonho de te amar
Você é meu poema, poesia
a surpresa que a vida pintou
te amo meu amor!

SORRISO

Elizaete Ribeiro

Sonho sim
Quem disse quem eu não sonho?
Quem disse que de mim

[não podia sair?

Sonho, e sonho teu sorriso
Esse que me encantou
Desde a primeira vez que eu o vi,
Olhando para mim

Sorriso encantador
Admirei-o por minutos

Desejei acariciar tua face
Desejei tocar de leve teus lábios
Desejei tê-lo em meus braços
Com esse sorriso que me tira o chão
Ter encontrado algo de mim em ti

Deve ter sido um espelho
Porque desejei
Desejei tê-lo
Desejei ser tua
Desejei o embalo dos teus braços
Os longos abraços
Desejei trocar sorrisos e risos
Tagarelar sem fim
Desejei você em mim

E neste sorriso
Sorriso belo

Me acho
Me encontro
Me vejo

E sigo acreditando e vivendo este desejo
Sorriso que vejo
Sorriso que conquistou meu coração
Deste sorriso eu vejo uma amanhã sem fim

Não paro

Não deixo de pensar em ti
Sorriso vem para mim!
Quem disse que eu não sonho?

quinta-feira, abril 01, 2010

Sentirei saudades

Sentirei saudades
Andreia Magro

Sentirei saudades,
De uma branca manhosa
Linda por dentro e por fora
Sentirei saudades
Das risadas, da alegria, do brilho
Dos flashs, do sorriso
Sentirei saudades da casa ao avesso
Da abóbora com carne seca (risos)
Da sua fala enrrolada
Das brigas, dos choros
Sentirei saudades das nossas conversas
Das nossas orações juntas
De ouvir você Ministrar a palavra.....
Sorri quando você sorriu
Chorei quando você chorou
Disse SIM quando queria ouvir um sim
E também disse um NÃO quando você queria ouvir um sim
Brinquei quando era pra brincar
Aconselhei quando era pra aconselhar
Briguei quando tinha que brigar
Dei carinho quando tinha que dar
Por essas e tantas que sentirei
saudades.
Mais ainda que distantes sempre levarei sua
sua amizade comigo.

quarta-feira, março 31, 2010

Óptica

Óptica
Elizaete Ribeiro

A difícil escolha
O olhar do outro
O fora tem um olhar crítico
O dentro tem o olhar interno
O fora não tem sentimento e usa apenas a razão
O dentro nutre sentimentos e esquece a razão
Passa por momentos e mutação
Seguir ou sustar?
Opiniões não realizam sonhos
Atitude
Força de vontade
Desejo
Querer
Sem medo do novo
O olhar de dentro
Esse é o que importa
De que óptica você ver?

terça-feira, março 30, 2010

Rebento

Rebento
Elizaete Ribeiro

Vivo hoje algum maravilhoso
Pensei que nunca fosse viver
Havia perdido o desejo
A vontade de continuar
De sonhar
E de tentar
Anestesiada
Mas feliz
Absorvendo o novo
Como um rebento de esperança...

Efêmera

Elizaete Ribeiro



Eu admiro as flores, que apesar de efêmeras não deixam de exalar seu perfume
Efêmera como elas não deixo de sonhar e buscar realizações, exposta à mãos cruéis (talvez). Consciente dos espinhos ao longo da caminhada, não desisto de amar.

domingo, março 14, 2010

Mutação

Mutação
Elizaete Ribeiro

Desperta
Desperta manhã sem sol
Desperta a paixão
Não posso me esconder
Seria convardia
Não posso ser convarde
Que mulher seria?!?
não posso me esconder deste sentimento
Desta busca
Deste mar sem fim
Não posso me privar da beleza do mar
Não posso me privar
Nesta areia pisar
Não posso dizer não pra mim
Não posso continuar sem ti
Mutação
Mutação
È hora de liberdade
É hora de buscar a ti
Admirar o luar
De mãos dadas andar
Ter a beleza
Ter a exuberância
Sobre as ondas andar
Convardia seria
Se um dia dissesse não
Convardia seria me esconder
Me afogar na ilusão
Eu confesso
Confesso que alcançastes meu coração

TRISTEZA X ALEGRIA

TRISTEZA X ALEGRIA
Elizaete Ribeiro

Eu queria cantar a minha tristeza para a alegria se envergonhar
E na vida escolhi ser eu mesma
Existem dias que decidimos seguir a imensidão do nada
Escolhemos o nosso quadro
E colorimos com as cores que gostamos
Criamos até muros
Colocamos guardas
E além dos muros
Criamos cercas revestidas com arames farpados
Capazes de ferir alguém que tentar se aproximar
Deixando apenas a marca do seu sangue
É assim com a tristeza quando invade a nossa alma
Ela vem tirando a calma
Ela vem borrando as cores que sonhamos
descolorindo os seus tons , roubando os sonho
o sonho de amar, depois de roubá-lo, nos aponta que os caminhos podem nos separar
Seu pincel é imperdoável
A tristeza vem com a sua astúcia
Que não fomos feitos para amar
Depois...
O que farei eu com essa inimiga tão cruel que tenta dos meus sonhos se apossar
Me sinto com um urso
Como um urso que não tem aonde se abrigar
No meio de um inverno intenso
Sem uma caverna por perto
Saí tristeza, saí pra lá
Eu quero mesmo é ter alegria de amar
Queria ouvir o som da alegria se justificando
Talvez as notas estejam sem tom
Estejam sem harmonia
Mais o que foi tristeza um dia virou alegria
Quem é você pra me parar?

terça-feira, março 09, 2010

Escolha


Escolha
Elizaete Ribeiro

Quando eu partir não chores por mim
Guarde o meu sorriso na memória
Lembre das melhores histórias
Não pranteais por mim
Quando vivi
Fui alegria e glória
Hoje sou a boa memória
Sem pranto
Sem lamento
Guarde me para sempre

Não deixe de viver intensamente
Conte aos tempos vindouros a glória passada
Como andei entre flores

O amanhã será incerto
É flor que perece
É pranto que esquece

Mais a alegria que vivi
Essa não tira de mim
A certeza do porvir

Glória e amores
Beleza e cores
vida de escolhas

Sem perfume a formosura da flor
Sem sabor o labor da vida
Sem a beleza das margaridas

Não chores por mim Terra querida
Guarde a essência que vivi
No frasco da vida e na memória do tempo
Guarde a
Essa velará por ti

Não desista do casulo
Um invólucro de mistérios
Nele está o segredo da vida e amores
Bela borboleta colorida se espera

Na vida Amores

Na vida o caminho que escolhi é árduo
Observar uma formiga é uma opção
Coisas simples da vida
Alcança transformação

Mas a memória na história
Seguirá nova forma
Beleza e encanto
Num despertar misterioso

Talvez hoje eu chore por Ti
Amanhã estás proibido de chorares por mim
decido seguir as flores.
Nesta vida de ilusão
Choro e solidão
Lamento a tristeza
Mais não chores por mim
Fui alegria
Agora espero o porvir
Fiz minha escolha.

quarta-feira, março 03, 2010

Marcas


Não me iludas
Não me turvas os sentimentos
Não me confundas com um passa tempo
Não me roubes os sentidos com esse ar desenludido
Não tire minha calma, invadido com a paixão a minha alma,
huuum, correndo perigo ou não, essa sensação!
Eu escrevo, eu sofejo, eu beijo eu revejo, eu tenho marcas nas mãos, marcas no chão, rastros, memórias, virou história!
vãos vazios, sem começo sem meio sem fim, marcas amargas, adocicadas.
Interrogue me quanto quiser, interrogue me, insisto, oh doce vício!
Mas não me iludas!

By,

Elizaete Ribeiiro

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Memória

...mais perfeita do que a vida foi feita, eu sinto o teu perfume, o leve vulto no escuro, interroguei a solidão, questionei a saudade, castiguei a inocência, em vão fora as tentativas, mudas, intactas cúmplices e desmedidas, como num temporal fiquei desprotegida, espaço da vida...passos lentos, pensamentos vilões, intensa nostalgia...


By,

Elizaete Ribeiro

Você

...já gostava, me encanto, com tanta rapidez e espanto, com tudo o que vejo em seu ser; você é sem duvida um poema escrito por alguém; você está aprendendo como ninguém o que a vida Esper a de todo de alguém que aprendeu a ver com sensibilidade a razão de ser......

By,

J.G

EXPECTATIVA

...e a vida que vivo não é minha,
porque achei que vinha? tão inocente expectativa cheguei a acreditar na vida no doce do amor, que vida é essa sem sabor? quantas as ondas, com seus gemidos uivantes causando espanto ao silêncio da noite e ao pescador,
e esse vai e vem de pensamentos, desdém sem argumento,
penso até que não sou, essa tela em branco causando espanto para o prórprio autor, nega o alimento que aquece por dentro o pobre coração que sonhou. Sem destino, sem deixar rastro, dois pelegrinos no mesmo espaço.

BY,


Elizaete Ribeiro

quinta-feira, janeiro 28, 2010

FRUTO DA REALIDADE


Não escrevo e nem penso mais em mil delírios, apenas vivo o limite dos meus sonhos, e no calor do abraço descanso de dias difíceis e incompreendidos, na solidão talvez, remanejo o meu barco, como companhia, as altas ondas, avassaladoras e sem piedade, mas dão aos meus braços músculos necessários para suportar o peso da lida, iludida pelos os trovões que anuncia chuva, no fim, apenas chuviscos...se palavras bonitas fosse o sim, a vida, sinceramente, seria um colorido sem fim, expressa apenas no papel ou numa tela fria, se vividas fossem teria uma alegria sem fim, entre pautas e pausa, um continuar harmonioso, querer desmedido, fruto da realização. Não iludas com palavras românticas e fortes ao ponto de atravessar o oceano a nado, esbraveje apenas o que possa realizar. As vezes fico sim indignada, porquê não? Sou um coração, uma realidade, um sentimento, um bocejo, um sorriso, o que mais preciso? Olhar perdido, apenas viver a realidade, e em teus olhos encontrar a verdade!
Agora entendo que para os sonhos não tem limite, apenas a realidade.

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Elizaete Ribeiro

terça-feira, janeiro 26, 2010

Assiiiiiiiiiim Oh!


Ar de saudade, me faz suspirar!
Esse olhar me inebria, me tira o fôlego e rouba o chão, eu sou um pensamento que não te alcançou, uma saudade, uma frase de amor. Um tanto de mim, assiiiiim oh, perdi por ai, quem encontrar traga aqui, não espere que eu mova os mistérios e libere todo ar encantado, por ti nem uma nota, tu que me fizeste perder o desejo de amar, roubaste a ternura do meu olhar.


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Elizaete Ribeiro

sexta-feira, janeiro 22, 2010

CAMUFLAGEM


Procurei em minhas frases uma que descrevesse você, impossível fora! Doce e afetuoso, como o amanhecer, desejo ver todos os dias a mesma harmonia, o sol nascer. Ver nos teus olhos o brilho da alegria nascendo toda manhã com prazer.
Me perder nos teus abraços longos e apertados, numa forma de camuflagem, de um modo que só nós pudéssemos nos ver, assim queria todos os dias te ter, contínuo e terno prazer.
Melhor do que DOCE DE JACA, contemplar você!
Deslizo de tuas mãos, por curvas sinuosas, pudor, prazer, sem o que dizer.
Vivo o hoje o amanhã, o depois quem pode saber?


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Elizaete Ribeiro