E-BOOK MENINAS SUPER POÉTICAS

quinta-feira, janeiro 28, 2010

FRUTO DA REALIDADE


Não escrevo e nem penso mais em mil delírios, apenas vivo o limite dos meus sonhos, e no calor do abraço descanso de dias difíceis e incompreendidos, na solidão talvez, remanejo o meu barco, como companhia, as altas ondas, avassaladoras e sem piedade, mas dão aos meus braços músculos necessários para suportar o peso da lida, iludida pelos os trovões que anuncia chuva, no fim, apenas chuviscos...se palavras bonitas fosse o sim, a vida, sinceramente, seria um colorido sem fim, expressa apenas no papel ou numa tela fria, se vividas fossem teria uma alegria sem fim, entre pautas e pausa, um continuar harmonioso, querer desmedido, fruto da realização. Não iludas com palavras românticas e fortes ao ponto de atravessar o oceano a nado, esbraveje apenas o que possa realizar. As vezes fico sim indignada, porquê não? Sou um coração, uma realidade, um sentimento, um bocejo, um sorriso, o que mais preciso? Olhar perdido, apenas viver a realidade, e em teus olhos encontrar a verdade!
Agora entendo que para os sonhos não tem limite, apenas a realidade.

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Elizaete Ribeiro

terça-feira, janeiro 26, 2010

Assiiiiiiiiiim Oh!


Ar de saudade, me faz suspirar!
Esse olhar me inebria, me tira o fôlego e rouba o chão, eu sou um pensamento que não te alcançou, uma saudade, uma frase de amor. Um tanto de mim, assiiiiim oh, perdi por ai, quem encontrar traga aqui, não espere que eu mova os mistérios e libere todo ar encantado, por ti nem uma nota, tu que me fizeste perder o desejo de amar, roubaste a ternura do meu olhar.


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Elizaete Ribeiro

sexta-feira, janeiro 22, 2010

CAMUFLAGEM


Procurei em minhas frases uma que descrevesse você, impossível fora! Doce e afetuoso, como o amanhecer, desejo ver todos os dias a mesma harmonia, o sol nascer. Ver nos teus olhos o brilho da alegria nascendo toda manhã com prazer.
Me perder nos teus abraços longos e apertados, numa forma de camuflagem, de um modo que só nós pudéssemos nos ver, assim queria todos os dias te ter, contínuo e terno prazer.
Melhor do que DOCE DE JACA, contemplar você!
Deslizo de tuas mãos, por curvas sinuosas, pudor, prazer, sem o que dizer.
Vivo o hoje o amanhã, o depois quem pode saber?


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Elizaete Ribeiro