E-BOOK MENINAS SUPER POÉTICAS

quarta-feira, março 31, 2010

Óptica

Óptica
Elizaete Ribeiro

A difícil escolha
O olhar do outro
O fora tem um olhar crítico
O dentro tem o olhar interno
O fora não tem sentimento e usa apenas a razão
O dentro nutre sentimentos e esquece a razão
Passa por momentos e mutação
Seguir ou sustar?
Opiniões não realizam sonhos
Atitude
Força de vontade
Desejo
Querer
Sem medo do novo
O olhar de dentro
Esse é o que importa
De que óptica você ver?

terça-feira, março 30, 2010

Rebento

Rebento
Elizaete Ribeiro

Vivo hoje algum maravilhoso
Pensei que nunca fosse viver
Havia perdido o desejo
A vontade de continuar
De sonhar
E de tentar
Anestesiada
Mas feliz
Absorvendo o novo
Como um rebento de esperança...

Efêmera

Elizaete Ribeiro



Eu admiro as flores, que apesar de efêmeras não deixam de exalar seu perfume
Efêmera como elas não deixo de sonhar e buscar realizações, exposta à mãos cruéis (talvez). Consciente dos espinhos ao longo da caminhada, não desisto de amar.

domingo, março 14, 2010

Mutação

Mutação
Elizaete Ribeiro

Desperta
Desperta manhã sem sol
Desperta a paixão
Não posso me esconder
Seria convardia
Não posso ser convarde
Que mulher seria?!?
não posso me esconder deste sentimento
Desta busca
Deste mar sem fim
Não posso me privar da beleza do mar
Não posso me privar
Nesta areia pisar
Não posso dizer não pra mim
Não posso continuar sem ti
Mutação
Mutação
È hora de liberdade
É hora de buscar a ti
Admirar o luar
De mãos dadas andar
Ter a beleza
Ter a exuberância
Sobre as ondas andar
Convardia seria
Se um dia dissesse não
Convardia seria me esconder
Me afogar na ilusão
Eu confesso
Confesso que alcançastes meu coração

TRISTEZA X ALEGRIA

TRISTEZA X ALEGRIA
Elizaete Ribeiro

Eu queria cantar a minha tristeza para a alegria se envergonhar
E na vida escolhi ser eu mesma
Existem dias que decidimos seguir a imensidão do nada
Escolhemos o nosso quadro
E colorimos com as cores que gostamos
Criamos até muros
Colocamos guardas
E além dos muros
Criamos cercas revestidas com arames farpados
Capazes de ferir alguém que tentar se aproximar
Deixando apenas a marca do seu sangue
É assim com a tristeza quando invade a nossa alma
Ela vem tirando a calma
Ela vem borrando as cores que sonhamos
descolorindo os seus tons , roubando os sonho
o sonho de amar, depois de roubá-lo, nos aponta que os caminhos podem nos separar
Seu pincel é imperdoável
A tristeza vem com a sua astúcia
Que não fomos feitos para amar
Depois...
O que farei eu com essa inimiga tão cruel que tenta dos meus sonhos se apossar
Me sinto com um urso
Como um urso que não tem aonde se abrigar
No meio de um inverno intenso
Sem uma caverna por perto
Saí tristeza, saí pra lá
Eu quero mesmo é ter alegria de amar
Queria ouvir o som da alegria se justificando
Talvez as notas estejam sem tom
Estejam sem harmonia
Mais o que foi tristeza um dia virou alegria
Quem é você pra me parar?

terça-feira, março 09, 2010

Escolha


Escolha
Elizaete Ribeiro

Quando eu partir não chores por mim
Guarde o meu sorriso na memória
Lembre das melhores histórias
Não pranteais por mim
Quando vivi
Fui alegria e glória
Hoje sou a boa memória
Sem pranto
Sem lamento
Guarde me para sempre

Não deixe de viver intensamente
Conte aos tempos vindouros a glória passada
Como andei entre flores

O amanhã será incerto
É flor que perece
É pranto que esquece

Mais a alegria que vivi
Essa não tira de mim
A certeza do porvir

Glória e amores
Beleza e cores
vida de escolhas

Sem perfume a formosura da flor
Sem sabor o labor da vida
Sem a beleza das margaridas

Não chores por mim Terra querida
Guarde a essência que vivi
No frasco da vida e na memória do tempo
Guarde a
Essa velará por ti

Não desista do casulo
Um invólucro de mistérios
Nele está o segredo da vida e amores
Bela borboleta colorida se espera

Na vida Amores

Na vida o caminho que escolhi é árduo
Observar uma formiga é uma opção
Coisas simples da vida
Alcança transformação

Mas a memória na história
Seguirá nova forma
Beleza e encanto
Num despertar misterioso

Talvez hoje eu chore por Ti
Amanhã estás proibido de chorares por mim
decido seguir as flores.
Nesta vida de ilusão
Choro e solidão
Lamento a tristeza
Mais não chores por mim
Fui alegria
Agora espero o porvir
Fiz minha escolha.

quarta-feira, março 03, 2010

Marcas


Não me iludas
Não me turvas os sentimentos
Não me confundas com um passa tempo
Não me roubes os sentidos com esse ar desenludido
Não tire minha calma, invadido com a paixão a minha alma,
huuum, correndo perigo ou não, essa sensação!
Eu escrevo, eu sofejo, eu beijo eu revejo, eu tenho marcas nas mãos, marcas no chão, rastros, memórias, virou história!
vãos vazios, sem começo sem meio sem fim, marcas amargas, adocicadas.
Interrogue me quanto quiser, interrogue me, insisto, oh doce vício!
Mas não me iludas!

By,

Elizaete Ribeiiro