E-BOOK MENINAS SUPER POÉTICAS

quinta-feira, abril 22, 2010

Escolha

Elizaete Ribeiro

Quando eu partir não chores por mim
Guarde o meu sorriso na memória
Lembre das melhores histórias
Não pranteais por mim
Quando vivi
Fui alegria e glória
Hoje sou a boa memória
Sem pranto
Sem lamento
Guarde me para sempre

Não deixe de viver intensamente
Conte aos tempos vindouros a glória passada
Como andei entre flores

O amanhã será incerto
É flor que perece
É pranto que esquece

Mais a alegria que vivi
Essa não tira de mim
A certeza do porvir

Glória e amores
Beleza e cores
vida de escolhas

Sem perfume a formosura da flor
Sem sabor o labor da vida
Sem a beleza das margaridas

Não chores por mim Terra querida
Guarde a essência que vivi
No frasco da vida e na memória do tempo
Guarde a
Essa velará por ti

Não desista do casulo
Um invólucro de mistérios
Nele está o segredo da vida e amores
Bela borboleta colorida se espera

Na vida Amores

Na vida o caminho que escolhi é árduo
Observar uma formiga é uma opção
Coisas simples da vida
Alcança transformação

Mas a memória na história
Seguirá nova forma
Beleza e encanto
Num despertar misterioso

Talvez hoje eu chore por Ti
Amanhã estás proibido de chorares por mim
decido seguir as flores.
Nesta vida de ilusão
Choro e solidão
Lamento a tristeza
Mais não chores por mim
Fui alegria
Agora espero o porvir
Fiz minha escolha.

Quero Paz

Sem ela o Tempo tanto faz Quero paz, sem ela nada mais O Vento sopra vira e volta Quero paz, sem ela nada mais. O Som da vida, coração de fibra pulsa e grita. Quero paz, sem ela nada tem beleza e não sinto o amor. Quero Paz nas asas tranquila que traz a vida e a beleza do Pôr do Sol. Quero Paz, a Paz que alimenta o amor. Sem ela o belo perde a cor Quero Paz. Quero Paz, a Paz que os Anjos ecoaram. Paz na Terra aos Homens de boa vontade Quero Paz, a Paz que Jesus ensinou. Com ela podemos cantar o amor. Elizaete Ribeiro

Ah! Borboleta

Elizaete Ribeiro
----------------------------------Jericoacoara-CE 20.04.10

Ah! borboleta
Marolas ao vento
Noite sem pensamento

Ah! borboleta cores
Aonde foram os teus amores?
Se é que podes saber

Ah! borboleta amores
Da vida dar sabores
Sabores no olhar
Não chega ao paladar
Mas de ti posso falar

Ah! borboleta
Ah! aonde fores
Leve a lembrança de criança
Que o mundo encanta

Ah! borboleta, borboleta ficaste
O casulo abandonaste
Desejosa visão
Sol de verão

Ah! borboleta!
Como queria ser você um dia
Asas
Frágeis
Sensíveis
Belas

Ah! borboleta
Se tu tivesse memória
Lembraria
Do ontem
Do hoje
Do agora
Aonde foi a tua memória?

Ah! Borboleta
Marolas ao vento
Olhar ardente
Pela a flor
Que encantou

Quando achares
Devolva a alegria
Que um dia arrancou de mim
Riso e sorrisos

Devolva a emoção
Do areião
Devolva o prazer daquela visão
Devolva a sensação do sol de verão

Livre
Leve
Solta
Borboleta à solta

Ah! Borboleta
Cores violeta
Não te dão
Pois tira a beleza do verão

Ah! Borboleta
Minha lembrança a levará
Dividiremos o céu com as pipas
Mas teremos um céu só nosso
Azul pintado de amarelo
Borboleta do Pôr-do-sol
Bela como o azul!
Lembrarei sempre de tu!

quarta-feira, abril 14, 2010

Jéssica-Não és uma Rosa Comum

Elizaete Ribeiro

Tu amas em silêncio

Vagarosamente corta a alma por dentro

É um grito sem som

Um gemido sem dor

Uma luta sem fim

Se perde nos pensamentos

Devaneios de sonhos

Entrega inútil

Luta desleal do eu

Lágrimas de vidro

Invisívell como a dor

Assim você segue o amor

Que dia sem pudor

Que noite sem fim

Sentimento geme dentro de ti

Dar a luz a realidade

Uma nova sensação te invade

Sonho ou ilusão?

Como um processo de mutação

Espera o colorido da vida

Pensa

Comigo?

Serei completa um dia?

Pedaços de mim

Retalhos

Juntos as migalhas

E sigo no silêncio

Sigo de cabeça erguida

Segues porque não és uma rosa comum

Tens perfume raro

E só um bom apreciador

Te dará o devido valor

Não desista do amor

Tu terás surpresa

Que a vida te reservou

domingo, abril 11, 2010

Som da Natureza


A chuva caí, o vento sopra
E eu aqui parada observando o curso livre da natureza
Tanta beleza sem ausência de pobreza
Tanto sonho tanta vida

O silêncio das árvores, o recuo das folhas enquanto recebe a dádiva da chuva
Os pássaros aninham-se, abrigando-se e recolhendo seu canto
Num momento único de silêncio vivem o momento
Esperando as flores, dos galhos secos que colhem para fazer seus ninhos

A vida não para, a beleza depende dos olhos de quem vê
A música é um sonho que aninha a nossa alma
Num conforto múltiplo de prazer

Ouvir a música da chuva
Do vento
Do mar
Dos pássaros
Do silêncio da relva
Da beleza de uma rosa
Faz bem pra alma
E embeleza a vida

Tanto sonho
Tanta beleza
O curso livre da natureza
Folhas sobre a mesa
A chuva caí, o vento sopra e a vida permanece viva
Ouvindo o som da natureza

Elizaete Ribeiro

sexta-feira, abril 02, 2010

Amor meu!

Elizaete Ribeiro

No palco da vida, eu apresento o meu papel
vislumbre momentos e ternura
acredito na escolha
o papel que escolhi foi amar você
foi trilhar caminhos lado a lado
dividir risos e emoções
planejar, arriscar
observar o horizonte sem fim
sem limites para amar
saborear cada minuto ao teu lado
que teu olhar nunca cesse a beleza de
encantar os meus
sou vida, sou cor, sou ar
sou o sonho de te amar
Você é meu poema, poesia
a surpresa que a vida pintou
te amo meu amor!

SORRISO

Elizaete Ribeiro

Sonho sim
Quem disse quem eu não sonho?
Quem disse que de mim

[não podia sair?

Sonho, e sonho teu sorriso
Esse que me encantou
Desde a primeira vez que eu o vi,
Olhando para mim

Sorriso encantador
Admirei-o por minutos

Desejei acariciar tua face
Desejei tocar de leve teus lábios
Desejei tê-lo em meus braços
Com esse sorriso que me tira o chão
Ter encontrado algo de mim em ti

Deve ter sido um espelho
Porque desejei
Desejei tê-lo
Desejei ser tua
Desejei o embalo dos teus braços
Os longos abraços
Desejei trocar sorrisos e risos
Tagarelar sem fim
Desejei você em mim

E neste sorriso
Sorriso belo

Me acho
Me encontro
Me vejo

E sigo acreditando e vivendo este desejo
Sorriso que vejo
Sorriso que conquistou meu coração
Deste sorriso eu vejo uma amanhã sem fim

Não paro

Não deixo de pensar em ti
Sorriso vem para mim!
Quem disse que eu não sonho?

quinta-feira, abril 01, 2010

Sentirei saudades

Sentirei saudades
Andreia Magro

Sentirei saudades,
De uma branca manhosa
Linda por dentro e por fora
Sentirei saudades
Das risadas, da alegria, do brilho
Dos flashs, do sorriso
Sentirei saudades da casa ao avesso
Da abóbora com carne seca (risos)
Da sua fala enrrolada
Das brigas, dos choros
Sentirei saudades das nossas conversas
Das nossas orações juntas
De ouvir você Ministrar a palavra.....
Sorri quando você sorriu
Chorei quando você chorou
Disse SIM quando queria ouvir um sim
E também disse um NÃO quando você queria ouvir um sim
Brinquei quando era pra brincar
Aconselhei quando era pra aconselhar
Briguei quando tinha que brigar
Dei carinho quando tinha que dar
Por essas e tantas que sentirei
saudades.
Mais ainda que distantes sempre levarei sua
sua amizade comigo.